Peixe do Nilo – A história de sucesso da tilápia

28 de outubro de 2017


A tilápia, ou peixe do rio Nilo, chegou ao Brasil pelo Ceará, no ano de 1971, e rapidamente se disseminou através da produção em cativeiro.

As inúmeras pisciculturas cresceram rapidamente e em 2015 a União entregou licença a 349 produtores que venceram a concorrência pública para criação de pescado em parques aquícolas de Serra da Mesa.
Uma das maiores represas de Goiás, Serra da Mesa tem potencial para produzir 34 mil toneladas de pescado, o equivalente a quase duas vezes a atual produção estadual.
A cessão de uso das áreas aquícolas vigora por 20 anos, prazo que pode ser prorrogado por igual período.
O Estado de Goiás está se estruturando para se tornar um dos maiores produtores de pescado do Brasil, a piscicultura goiana deu um salto gigantesco a partir de 2014 e se tornou uma das principais fontes de proteína produzida no estado fazendo o Brasil despontar como um dos países com maior potencial para atender a demanda nacional e internacional de tilápia.

 

A aquicultura movimenta a economia e gera empregos nestas regiões, além proporcionar uma  melhor qualidade de vida com o aumento da oferta de pescado à população.
A tilápia se adaptou tão bem às águas brasileiras que muita gente se esquece que ela não é daqui.

A espécie exótica é originária do rio Nilo, mas teve seu cultivo iniciado no Quênia, na década de 1920. A partir dos anos 50, ganhou força na criação comercial, como uma das  espécies de peixe mais explorada em todo o mundo.

Fáceis de alimentar, resistentes a doenças e boas reprodutoras, as tilápias toleram bem grandes variações de temperatura e água com pouco oxigênio dissolvido, podendo alcançar produtividade de cinco toneladas por hectare ao ano.

Por ter carne saborosa, com pouco espinho, baixo teor de gordura e calorias, a aceitação pelos brasileiros foi rápida. Os norte-americanos também gostam tanto que são os principais compradores da tilápia nacional.

Além da carne, a pele é também um produto de valor comercial. Aliás, bastante valorizado, sobretudo no exterior: curtida e transformada em couro, o metro quadrado chega a ser vendido por 70 dólares.

E agora no Brasil com a descoberta do tratamento para queimaduras, é mais um mercado que se abre.

Outros subprodutos, como carcaça, vísceras, rabo e escamas, podem servir como adubo para plantações ou entrar na composição de rações para diferentes tipos de peixes e animais.

Uma água considerada boa para a criação de tilápias deve conter pH próximo à neutralidade (7,0), e a prática da piscicultura exige do criador algumas técnicas e alguns cuidados fundamentais para obter sucesso.

Uma delas é de que a água utilizada seja abundante e de boa qualidade, o que irá assegurar ao produtor um melhor sabor e mais qualidade da carne dos peixes produzidos.

 

Esse é o caso do Lake´s Fish, localizado no Lago Serra da Mesa, a produção conta com as características locais para impulsionar a produção de um pescado de qualidade.


É de extrema importância que o piscicultor conheça as características físicas e químicas do solo. Em termos gerais, a qualidade do solo irá influenciar diretamente na qualidade da água.

A temperatura da água entra como um pré-requisito pois, por serem animais pecilotérmicos, a temperatura corporal dos peixes varia de acordo com a temperatura da água.

Sem contar que os peixes apresentam desenvolvimento máximo quando dentro de uma determinada faixa de temperatura, sendo considerada a temperatura ideal para a criação de tilápias acima de 22 graus.







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